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17.11.15

Diego Montez: ‘Por fazer um vilão, as crianças não me cumprimentam’


Desde criança Diego Montez conviveu com o cenário do showbusiness, graças ao pai, apresentador e deputado estadual Wagner Montes, e da mãe, a jurada de calouros e atriz Sonia Lima.

Agora, ele vem conquistando seu espaço como ator. Depois de viver Murilo, em Rebelde, e Rick, em Dona Xepa, Diego Montez, que dá vida a Tomas, em Cúmplices de um Resgate, contou que interpretar vilões é algo recorrente em sua vida.

“Para falar a verdade é só o que eu fiz até hoje (risos). Brincadeiras à parte, no Rebelde, o Murilo já tinha uma índole duvidosa. Aí, quando fui para Dona Xepa, eu fiz o Rick, que era preconceituoso, maquiavélico, e agora o Tomas, que é bem mau-caráter. Apesar disso, adorei todos os personagens, que foram um presente para mim”, disse.

Além do trabalho nas telinhas, Diego Montez percorreu o Brasil com o musical Chacrinha, onde interpretava Sidney Magal e Ney Matogrosso. O ator contou que, apesar da loucura de viver em pontes aéreas por causa da novela e do espetáculo, foi muito bom ter essa experiência.

“É muito bacana isso. O Chacrinha conta uma história, que é uma coisa que vivenciei bastante. Conta um pouco da história dos meus pais, então foi uma espécie de homenagem para eles. O Sidney foi muito gostoso fazer, mas é uma responsabilidade muito grande fazer um ídolo da música brasileira. Assim como o Ney (Matogrosso), que até mandou uma mensagem para mim, dizendo que tinha gostado de como eu o estava interpretando”, revelou.

Apesar do cansaço, Diego contou que uma coisa o ajudou muito para não sentir tanto essa rotina maluca. “O SBT é muito organizado. Dificilmente, eu ficava mais do tempo que precisava para gravar as coisas. Além disso, por conta do núcleo tão bom que eu estou, eu saía do SBT realizado, sem essa coisa de ficar exausto”, contou.

Por ser filho de duas personalidades brasileiras, é um pouco impossível não ligar Diego aos seus pais, mas o ator contou que tem muito orgulho disso. “Eu não ligo para isso, não. Pelo contrário, tenho muito orgulho”, disse.

Diego ainda acrescentou, dizendo que seus pais são os maiores responsáveis por ele se tornar ator. “Minha mãe praticamente me obrigou a fazer teatro (risos). Eu fazia um curso na Casa do Ator e passava a tarde inteira lá. Era muito legal. E meu pai é meu maior fã, então, só tive apoio para seguir essa carreira”.

E, depois de tantos trabalhos, Diego contou que os fãs aumentaram muito, mas que as crianças não gostam muito dele, por conta de seu papel como Tomas. “O Cúmplices (de um Resgate) é um produto que me fez aumentar muito o número de seguidores. Mas uma coisa interessante é que, por exemplo, as crianças me conhecem, mas não me cumprimentam, por conta do vilão. Porém, quando estou com a Juliana Baroni, que faz a Rebeca, elas falam normalmente. É muito louco isso”.

Diego ainda revelou que, caso a vida de ator não dê certo, já é formado em outra profissão, apesar de querer atuar pelo resto da vida.

“Eu passei no vestibular de Direito, mas nunca tive a intenção de seguir e eu também me formei como roteirista. Tenho várias coisas escritas já”.

Ao comentar sobre sua vida amorosa, apesar de postar várias fotos com Dani Moreno e os fãs até comentarem sobre o possível relacionamento, o ator revela que ela é apenas uma grande amiga.

“Não, não. Estou solteiro. A Dani Moreno namora há mil anos já (risos). É apenas uma grande amiga de longa data a quem eu devo muito por ser quem ela é e pela parceria, que vem desde Amor e Revolução, quando atuamos juntos”, afirmou.

Creditos: Cúmplices Brasil

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